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A criança com
deficiência desde o seu nascimento ou não, pode
ser privada de alguns estímulos, mas não da
vida. Se partirmos desse pensamento, poderemos
atenuar suas dificuldades.
Dentro do
desenvolvimento psicomotor, a criança apresenta
dificuldades de entender o significado dos
conceitos: esquema corporal, postura,
estruturação espaço-temporal, praxia fina,
insegurança, passividade, dificuldades motoras
em relação ao deslocamento e equilíbrio
dinâmico. Essas dificuldades podem ser
trabalhadas com o meio líquido porque favorece a
amplitude de movimentos devido à ação do empuxo
e mudanças de postura na água possibilitando
assim a liberdade corporal e o desenvolvimento
do autocontrole tônico.
A psicomotricidade
aquática gera na criança deficiente a
necessidade de explorar os objetos, e
principalmente as sensações que o próprio corpo
proporciona. Com isso, o progresso nas sessões e
o desempenho durante o seu dia a dia são
compensadores para seus profissionais e
familiares.
Para se obter
resultados, o importante é ter uma visão
interdisciplinar. Uma atuação conjunta de
profissionais como psicomotricistas e
fisioterapeutas. Cada profissional necessita do
auxílio do outro para gerar qualidade nas
sessões e possibilitar uma ação completa para
seus pacientes.
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